Cron - Centro Regional de Oncologia

Caminhos para uma vida plena

Para estimular a busca por uma vida saudável e feliz, o Centro Regional de Oncologia – CRON criou a campanha Viva Plenamente. A campanha valoriza pessoas que tomam atitudes para o equilíbrio físico, emocional e espiritual, assim como as ações que trazem benefício à saúde e ao bem-estar.

Diretor Técnico do CRON, Dr. Hugo Schünemann defende uma nova forma de relacionamento com a natureza e próprio corpo. Segundo ele, viver plenamente é tentar contribuir com o futuro mudando a forma como consumimos e tratamos o ambiente que nos cerca. Há cerca de 20 anos o oncologista criou o Arca de Noé, criadouro conservacionista que recebe e trata animais silvestres recolhidos pelas autoridades. “Para mim, viver plenamente é, entre outras coisas, criar macacos.”

Schünemann tem o projeto de transformar a propriedade onde funciona o criadouro em um modelo de sustentabilidade. O sítio possui horta orgânica, água coletada em fontes e cisternas, e no futuro terá placas para a geração de energia fotovoltaica. Todas as pessoas que visitam o espaço também são convidadas a plantar uma árvore.

O médico ainda incentiva a família ao consumo consciente, que passa desde a redução na produção de lixo até a destinação correta dos resíduos. Para ele, no consumo diário das pessoas existem coisas necessárias e desnecessárias ou poderiam ser usadas de outra forma. “Entendo que viver plenamente é trabalhar em um ambiente legal, ter um bom lugar para morar, uma família, e fazer alguma atividade em benefício do planeta”, destaca. Segundo o oncologista, o ser humano tem a capacidade de mudar os próprios hábitos de forma a reduzir o seu impacto no planeta.

Desconectar para viver bem

A ceramista Cláudia Jung defende o resgate de uma vida mais orgânica e desconectada dos ambientes virtuais. Moradora de Arroio do Meio, ela promove encontros culturais onde as pessoas são instigadas a desligar o celular e manter relações humanizadas. “No momento que deixo de visitar um amigo ou vizinho para mandar uma mensagem pelo whatsapp, as relações se tornam frias”, acredita. A ceramista acredita que os meios virtuais podem aproximar as pessoas, mas também as afastam no momento em que tomam boa parte do tempo disponível.

“O problemas são os excessos das redes virtuais”, pondera. Segundo ela, os reflexos desses excessos estão no aumento dos problemas físicos e psicológicos na população. Para Cláudia, a arte também cumpre um papel fundamental de conexão com a essência do ser humano. “Sou muito feliz por ter descoberto a existência da argila como uma forma de expressão mais profunda”, aponta. Com cerca de 16 anos de experiência com a cerâmica, Cláudia lembra que a atividade com a argila faz parte da tradição familiar, uma vez que seu pai e seu avô eram oleiros.

 

Viver plenamente

Viver plenamente

 

“Viver plenamente é ter equilíbrio”

Médica hematologista, a Dra. Juliana Kratochvil aposta no equilíbrio como forma de manter uma vida plena. Ela procura equalizar o tempo entre o trabalho, a família, e a prática esportiva, além de manter hábitos alimentares corretos de forma a assegurar uma melhor qualidade de vida.

“Corro meia maratona e gostaria de ter mais tempo para praticar mais atividades”, afirma. A preocupação com a qualidade dos alimentos fez com que Juliana apostasse em produtos orgânicos, frango e ovos caipiras e carnes de procedência garantida. “Comemos de três a quatro tipos de legumes no dia, além de frutas, que compramos nas feiras orgânicas”, destaca. Segundo ela, existe uma geração que está sendo vítima do câncer devido aos hábitos adquiridos a partir da chegada da industrialização. “Colhemos as consequências de 40 anos de utilização de produtos químicos e adoçantes sintéticos na produção dos alimentos”, alerta. Para Juliana, a mudança de hábitos é um dos pontos chaves para uma vida plena.

 

Matéria divulgada originalmente no Jornal A Hora:

 

Viver plenamente

Créditos: Jornal A Hora

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